quarta-feira, 7 de setembro de 2011

Entrevista Escritores: Rafael Sales

Nome: Rafael Sales
Cidade/Estado:
São Paulo - SP

Um livro: O Senhor da Chuva – André Vianco

Um autor:
André Vianco – Sinal que a literatura nacional pode sim competir com as obras vindas de fora

Uma música: The Murder –
Within Temptation
Uma banda:
Amaranthe

Um filme:
Constantine
Um ator:
Sean Connery. (Principalmente pela sua atuação em O Nome da Rosa)
Uma atriz:
Megan Fox

Defeito:
Impaciente
Qualidade:
Realista

Uma frase:
“ A felicidade se baseia na simplicidade. A tendência para o excesso em pensamento e ação a diminui. O excesso obscurece todos os valores básicos” Do livro Muitas Vidas, Muitos Mestres – Brian Weiss

Mini Biografia: Rafael Sales nasceu em 23 de outubro de 1989, antes de começar a escrever livros, atuou por um tempo em uma companhia amadora de teatro, cantou em uma banda de rock e alguns corais gospels, tentativas altamente frustrantes. Desde pequeno, desenha e escreve poemas, com o tempo o gosto pelas ilustrações somente aumentou, desenvolvendo um estilo próprio sem técnica alguma, mas que correspondem as suas necessidades tornando suas ilustrações únicas.

LIVROS ESCRITOS: Participou das antologias de poemas Ecos da Alma (2010) e O Segredo da Crisálida (2011), ambas publicadas pela Editora Andross. Participou da antologia Contos Cotidianos (2011) publicada pela Editora Regência. Ainda para esse ano está previsto o lançamento de Moedas para o Barqueiro Vol. 2 ( Andross Editora) e Ventos Poéticos (Literata). Penumbra, seu primeiro projeto literário solo ainda não possui data de lançamento.


Um Pouco mais Sobre "Rafael Sales"

1. Quando e como você resolveu que queria se tornar escritor? Você teve o apoio de alguém em especial?

Rafael Sales: Essa não foi uma decisão, na real foi uma consequência. Sempre gostei de escrever, mas nunca levei isso muito a serio, comecei de fato me empenhar na escrita aos 18 para 19 anos, quando surgiu a idéia de fazer o Penumbra. Desde então, peguei ainda mais gosto pela criação, pela narrativa. No começo tive o apoio de muitas pessoas, mas logo a falta de tempo e a correria de São Paulo impediram que elas ficassem tão próximas, mesmo assim, muitos amigos ainda, quando me encontram, perguntam do livro, querem saber como anda o processo de busca das editoras, enfim. Mas o maior apoio que estou recebendo sem dúvida é do pessoal da internet, amigos e parceiros que adquire nas redes sociais, esses de uma certa forma estão sempre “por perto” e não me deixam desistir desse projeto, muitas foram as vezes que pensei nisso, mas ainda bem que não se passaram de pensamentos breves. Minha família também está sempre ao meu lado, apoiando cada decisão minha.

2. Como surgiu a ideia de escrever um livro?
Rafael Sales: Sempre tive a vontade de contar histórias. Passar para todos, os mundos surreais que fervilham em minha mente, mas não conseguia encontrar algo que despertasse tanto interesse e prazer em ser feito.

Tentei fazer HQs, criei muitos roteiros, mas na hora de desenhar as cenas era que a coisa complicava, perdia o ânimo e abandonava o trabalho, meses depois voltava para a HQ, com outro enredo, no final, nunca terminei uma página se quer. A idéia de escrever um livro veio depois de um sonho muito bizarro que tive. Naquela época tinha acabado de conhecer o trabalho do autor nacional André Vianco e estava encantado com a narrativa e a história de Sementes no Gelo, também estava fascinado pelo trabalho da tradutora Rita Vinagre na saga Crepúsculo. Passei o pesadelo para um papel e pela manhã li aquilo. Senti vontade de criar algo envolvendo esse sonho, aos poucos foram surgindo os primeiros personagens, a trama e em três meses o esqueleto de Penumbra estava pronto. Quando me dei conta, o livro estava parcialmente pronto. Levei um ano para terminar a narrativa e os desenhos que ilustram cada capítulo e comecei a árdua tarefa atrás de uma editora para publicá-lo.


3. Como foi o processo de pesquisa para a criação do livro?Ao começar a escrever, você se inspira em alguma obra, filme ou pessoa?

Rafael Sales: Li muito pouco enquanto estava no processo de criação do Penumbra, mas sem dúvida minhas inspirações veio das seções de RPG e das aventuras no jogo que desenvolvi. Em partes, Constantine foi o ponto de referência para criar o mundo, do mesmo modo como aconteceu com o jogo de RPG. Para criar a personagem principal, tomei como exemplo uma amiga muito próxima, mas logo a protagonista ganhou uma personalidade própria, diferente do que eu havia planejado. A musica também possui uma influência gigantesca sobre mim, na época da criação ouvi muitas bandas no estilo de Within Temptation, Epica, We Are The Fallen, Lacuna Coil, Deadlock, entre outras que ouço até hoje.
4. Sabemos que no Brasil é um pouco complicado lançar um livro. Como foi esse processo pra você? Quais etapas seguiu? O que você sentiu ao ver seu livro impresso?

Rafael Sales: ( O livro ainda não foi lançado =P )

5. Se você conseguiu ter seu livro publicado. Como foi ver o primeiro exemplar impresso, saber que ele iria chegar ao público?

Rafael Sales: (O livro ainda não foi lançado =P)

6. Você acredita que os brasileiros estão se interessando mais por nossos novos autores, ou que ainda existe certo preconceito literário por parte do leitor?
Rafael Sales: Infelizmente existe certo preconceito sim, devido a falta de informação de muitos leitores que não sabem dos ótimos livros que estão sendo fabricados em nossas terras, porém, a juventude ligada a internet e que seguem blogs literários estão cada vez mais mudando essa visão. Os blogs ajudam muito os novos autores na divulgação de sua obra e com a velocidade da informação, redes sociais e afins, o contato com o leitor ficou mais fácil do que alguns anos atrás.

7. Para você, qual a importância da literatura e do hábito de ler?
Rafael Sales: A literatura forma pessoas que sabem se comunicar melhor. Aguça o raciocínio e a imaginação, com isso contribui para a saúde mental, afasta também muitos jovens da influência torta do mundo. Além é claro de ser capaz de transportar o leitor para lugares jamais imaginados. Em suma, ler é fundamental, tanto para educação, quanto para desenvolvimento.

8.
Conte pra gente um pouquinho dos seus planos futuros na área literária?
Rafael Sales: Ainda estou em processo de negociação para publicar o Penumbra, mas do modo como andam as coisas, tenho quase certeza que esse ano ele será publicado. Em meados de Agosto e Setembro haverá dois lançamentos de antologias nas quais tive o prazer de ser selecionado.

9. Você está trabalhando em algum novo projeto no momento? Se sim, conte um pouquinho sobre ele.
Rafael Sales: Estava trabalhando na continuação do Penumbra que a principio planejei ser uma trilogia, mas tudo vai depender da aceitação do público, mas claro que se algo acontecer e eu não conseguir dar continuação a trilogia, ninguém ficará confuso, pois a trama de Penumbra possui um fim já no primeiro livro, os outros seriam consequências de alguns atos dos personagens, com um novo antagonista também. Recentemente comecei a fazer pesquisas no ramo da regressão para um romance que estou em mente, como a história está em fase de desenvolvimento, não posso adiantar muitas coisas, mas sem dúvida é algo bem diferente do que escrevi no Penumbra.


2 comentários:


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