terça-feira, 25 de outubro de 2011

Crítica sobre: Quando Éramos Virgens {Livro}

O que somos hoje, acaba sendo, de alguma forma o que agente lembra, e voltar ao passado, reviver esses momentos, acaba sendo uma experiencia transformadora. Faça o teste. Como foi sua primeira vez? (Pág 10)


Em cada capítulo encontramos entrevistas das mais variadas, com casais da moda antiga, heterossexuais, homossexuais, atores pornográficos, as entrevistas vão das gerações passadas as atuais e por último ainda temos uma entrevista com ‘Mary Del Priore’ explicando sobre o tema Virgindade e sua ‘Perda’ desde sua digamos ‘origem’ ou como posso falar desde a ‘preocupação’ com o termo.

Eu gosto da capa mesmo achando ela confusa, pois ela da a entender que é uma calçinha, mas não, é apenas o lençol manchado. A diagramação está caprichada, em cada novo capitulo temos o desenho de digamos 'uma cama', a letra é média as folhas são branquinhas. O que dificultou a leitura não foi a folha branca, mas sim seu conteúdo.

Tive muita dor de cabeça para ler esse livro, para seguir a leitura tive que escolher os capítulos que me chamavam mais a atenção, ou ler algumas opiniões aqui e ali, (Opiniões dos entrevistados no livro) aos poucos me acostumei com a leitura, mas achei ela cansativa e não consegui entrar nada no conteúdo dele por isso minha avaliação.



Quantas patinhas a livro mereceu:


Autor: Juliana Lins, Rosane Svartman 
Páginas: 176
Editora: Casa da Palavra

Sinopse: Não importa onde, não importa com quem, não importa quando. A perda da virgindade sempre será um dos momentos mais importantes das nossas vidas. Nada será como antes.
Como você perdeu a virgindade? Ao ouvir essa pergunta, muitas pessoas voltaram no tempo, abriram seu coração e sua intimidade. Elas revelaram medos, segredos, expectativas e sonhos que levaram para a cama pela primeira vez.
Perder a virgindade: para homens e mulheres, durante séculos, um difícil ritual de iniciação. E por quê? Pois, fonte permanente de culpa, a sexualidade ? e tudo que a ela dissesse respeito ? era identificada, pelo cristianismo , como sinônimo de sujeira, luxúria e condenação. A carne, um pecado. No passado, vigiadas pelos olhos da Igreja e da família, as mulheres só cediam quando as promessas de casamento já estavam consolidadas. As alianças quase trocadas. Até os meados do século XX, a esposa desvirginada por outro, que não o marido, corria o risco de ver seu matrimônio anulado.

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