quinta-feira, 13 de dezembro de 2012

Resenha: Flipped {Livro}

Ahhhh... o primeiro amor...


Autora: Wendelin Van Draanen
Páginas: 212
Editora: Knopf Books

SINOPSE ORIGINAL: Juli Baker devoutly believes in three things: the sanctity of trees (especially her beloved sycamore), the wholesomeness of the eggs she collects from her backyard flock of chickens, and that someday she will kiss Bryce Loski. Ever since she saw Bryce's baby blues back in second grade, Juli has been smitten. Unfortunately, Bryce has never felt the same. Frankly, he thinks Juli Baker is a little weird--after all, what kind of freak raises chickens and sits in trees for fun? Then, in eighth grade, everything changes. Bryce begins to see that Juli's unusual interests and pride in her family are, well, kind of cool. And Juli starts to think that maybe Bryce's brilliant blue eyes are as empty as the rest of Bryce seems to be. After all, what kind of jerk doesn't care about other people's feelings about chickens and trees? 



  É aos 7 anos de idade que Bryce Loski chega na nova casa e se torna vizinho e colega de classe de Julianna Baker. Juli se apaixona por Bryce à primeira vista, mas ele não a suporta.
  Entre colegas que forçam o "namoro", rotinas de escola e ovos (é ler pra entender, haha) - tudo se passando durante cerca de 7 anos - Bryce descobre, sobretudo por meio do avô, que há muito mais em Juli do que os olhos podem ver. Ela também percebe que sua paixão, o garoto que anda pra lá e pra cá guardando seu primeiro beijo, pode ser mais que "dizzying and beautiful blue eyes" e tem que decidir se gosta ou não disso.
  Tendo todos os capítulos narrados pelo ponto de vista dos dois, "Flipped" é um livro delicioso que traz aquela nostalgia dos nossos 14 anos e do nosso inesquecível primeiro amor.
  
  Avaliação: 

  Flipped aí significa algo como: ficar balançado. Juli diz que the first day she met Bryce Loski, she flipped. "E era algo nos seus olhos, aqueles olhos azuis estonteantes". Olha que gracinha! rs
  É um livro curtinho, 200 e poucas páginas, de fácil entendimento e muito engraçado, especialmente nas cenas narradas pelo Bryce.
  Eu decidi ler esse livro porque assisti ao filme (de mesmo nome) a que ele deu origem, que no Brasil se chama O Primeiro Amor. Lindo, lindo! A diferença é que o filme se passa nos anos 60. Já viu o charme né? Talvez por isso seja melhor que o livro, apesar de bastante fiel.
  Vocês devem estar pensando: mas essa resenha não diz nada! É porque de fato, não há o que contar, a história não é contada em tempo contínuo, já que os acontecimentos voltam o tempo todo, e não tem um fato central através do qual a história gira. O ponto principal da história é o desenvolvimento na relação dos dois, os sentimentos sendo descobertos e é claro, a lembrança que gera no leitor de seus próprios sentimentos ao passar por situação semelhante.
  Tanto o livro quanto o filme são de se suspirar. Quando eu vi o filme fiquei com um sorriso bobo no rosto do começo ao fim. E é o tipo de filme que a gente não quer que acabe nunca. Como eu disse, o filme é melhor, talvez pela atmosfera dos anos 60, mas ambos valem uma olhada.
  Ah! O livro nunca foi lançado aqui no Brasil (e o filme saiu direto em DVD). =/
  Então ok, pra atiçar a vontade, fiquem aí com o trailer de "Flipped" (2010):



  


 Curiosidade: Apesar de o livro se passar nos dias atuais, o diretor Rob Reiner decidiu fazer o filme se passando na mesma época em que ele próprio viveu essa deliciosa fase.
  Um beijo gente!

  

Um comentário:

  1. Oi, meu nome é Mary - obviamente.
    Então, eu assisti a esse filme a alguns anos atrás - se eu bem me lembro foi em 2012. Comecei a me apaixonar por livros este ano. Então descobri que o meu filme favorito tem um livro! Abri um sorriso de orelha-a-orelha, até saber que nunca foi traduzido.
    Infelizmente, não sei nada de inglês - ainda tenho 13 anos, mas pretendo aprender pelo menos um pouco este ano.
    Só queria saber se é MUITO fácil mesmo. Quero MUITO comprar, mas, também não quero me arrepender - pelo livro sei que não vou me arrepender, o problema é o idioma - e deixá-lo de enfeite. Por mais que até assim ficaria lindo.
    Desde já, obrigada.

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