segunda-feira, 3 de março de 2014

Segunda da Poesia#37


Trevas

Só vejo trevas
O mundo se desaba
O acorrentado se solta
O mundo se cala.

Meu erro foi mergulhar em seu olhar
Tão profundo que não consegui voltar
Me afogando, morrendo lentamente
Por erro, parei de lutar.

Não acordarei mais
Não vou acordar nas trevas
Trevas malditas, que me calam
Rasgando minha garganta
Pondo meu cérebro no triturador.

O mundo obscureceu
Não há enxergo mais
Você não está ao meu alcance
Não preciso sorrir, pensar viver.

Esperança, a ultima que morre
Que da felicidade, mas tanta angustia
Que é capaz de decompor um coração
Tão vivo, tão quieto, tão frio, morto.

Com mil lagrimas de sangue em me vou
Esperançoso e cansado
Me arrastando,tentando sobreviver
Neste lugar sujo e escroto que vivemos.

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