segunda-feira, 10 de março de 2014

Segunda da Poesia#38


Silêncio

Incógnito, calado, mudo
Relembrando o passado
Ao lado dos mortos
Crucificados, mutilados
Que serão absolvidos
Ou quem sabe punidos.

Almas dilaceradas, caladas
Presas no silêncio, mas
Inquietas, sanguinarias
Presas na cúpula central
A cúpula do mal.

Possuídas pelo demônio
Somente contidas por almas e anjos
Silenciosos, serenos
Fortes e brutais.

Incógnito está a alma do escolhido
Que renascera do silêncio dos inquietos
Para vingar os oprimidos.

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