segunda-feira, 31 de março de 2014

Segunda da Poesia#41


Reflexões da alma de um coitado

Ser desfigurado
Sucumbindo minuto a minuto
Sucumbindo, sucumbindo
Até o ultima vão de alegria e tristeza
Até o ultimo vão de dor, ódio, lagrimas.

Me virando do avesso
Tentei um recomeço
Tentei achar minhas qualidades
Tentei, tentei mas não achei.

Sei que as tenho
Mas não consigo achar
Será que tenho que pedir para alguém achar?

Lagrimas de sangue descem pela minha garganta
Matando-me minuto a minuto
Na obscuridade da alma.

Um ser assim não pode ser amado,
Pois é incompreendido, melancólico e fraco
Ninguém o quer como amante
Nem ao menos como errante
Ser desfigurado
Sucumbindo minuto a minuto.

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